sábado, 12 de janeiro de 2019

Conheça os 36 políticos alvo de ações eleitorais do MPE no RN


Para todos eles, por meio de nove ações e cinco representações, o Ministério Público Eleitoral pediu a negação ou a cassação dos diplomas eleitorais, por diferentes motivos.

Ao todo, 36 políticos que concorreram às eleições de 2018 foram alvo de ação do Ministério Público Eleitoral no Rio Grande do Norte durante a atuação do órgão nas eleições de 2018. Os casos incluem três candidatos ao governo, entre eles a governadora Fátima Bezerra; 24 candidatos à Assembleia Legislativa e um deputado que não concorreu à eleição.

Também estão na lista cinco candidatos à Câmara Federal, um ao Senado e dois candidatos a vice-governador. Todos esses políticos figuram em nove ações de investigação judicial eleitoral (Aijes) e cinco representações.

As irregularidades apontadas incluem utilização da máquina pública, compra de votos e problemas com as prestações de contas. Para todos os nomes envolvidos foi pedido a negação ou cassação do diploma dos eleitos e dos suplentes.

Veja abaixo os nomes e os motivos da ações.

Candidatos a governo e vices:

Robinson Faria (PSD) – Três ações e uma representação por suposta ampliação irregular de gastos em programas do governo; benefício indevido por publicidade institucional antes e durante a campanha; criação de programa em plena campanha; doação supostamente irregular de ambulâncias e concessão irregular de reajuste aos servidores da Assembleia Legislativa.
Tião Couto (PR) – Suposta ampliação irregular de gastos em programas do governo; benefício indevido por publicidade institucional antes e durante a campanha.

Fátima Bezerra (PT) e seu vice, Antenor Roberto (PCdoB) – Alvo de representação que aponta o pagamento de R$ 1,9 milhão a uma empresa de comunicação (contratada para a campanha) e que foi criada apenas três dias antes do repasse da primeira parcela.

Carlos Eduardo Alves (PDT) – Participação em showmício.

Candidato ao Senado:

Antônio Jácome (Podemos) – Participação em showmício.

Candidatos a deputado federal:

Walter Alves (MDB) – Participação em showmício.
José Agripino Maia (DEM) – Participação em showmício.
Fábio Faria (PSD) – Irregularidades na prestação de contas.
Rogério Marinho (PSDB) – Uso promocional de doação de uma ambulância e participação de reunião em prédio público com objetivo eleitoral.
Fernando Mineiro (PT) – Autopromoção ilegal por meio da doação de 85 ambulâncias e de 50 viaturas policiais.

Candidatos a deputado estadual:

Ezequiel Ferreira (PSDB)
Concessão irregular de reajuste aos servidores daquela casa legislativa – acima do permitido pela legislação e em 3 de agosto e autopromoção ilegal por meio da doação de 85 ambulâncias e de 50 viaturas policiais.

Raimundo Fernandes (PSDB) – Autopromoção ilegal por meio da doação de 85 ambulâncias e de 50 viaturas policiais e participação em showmício.

Albert Dickson (PROS), Carlos Augusto Maia (PCdoB), Cristiane Dantas (PPL), George Soares (PR), Getúlio Rêgo (DEM), Gustavo Carvalho (PSDB), Gustavo Fernandes (PSDB), Hermano Morais (MDB), Jacó Jácome (PSD), José Dias (PSDB), Galeno Torquato (PSD), Larissa Rosado (PSDB), Luiz Antônio “Tomba” (PSDB), Manoel “Souza” Neto (PHS), Márcia Maia (PSDB), Nelter Queiroz (MDB), Ricardo Motta (PSB), Rudson “Dison” Lisboa (PSD) e Vivaldo Costa (PSD) – Autopromoção ilegal por meio da doação de 85 ambulâncias e de 50 viaturas policiais.

Doutor Bernardo (Avante) – Participação de comício irregular.
Abidene Salustiano (PSC) – Oferecer quitação das dívidas de clientes em troca de votos.

Nina Souza (PDT) – Irregularidades na prestação de contas.
Deputado estadual que não concorreu

José Adécio (DEM) – Autopromoção ilegal por meio da doação de 85 ambulâncias e de 50 viaturas policiais e participação em showmício.

As informações foram com base do Ministério Público Eleitoral (MPE)

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