sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Dnocs inicia obras da adutora do Seridó

Tubulações da adutora que trará água da barragem Armando Ribeiro Gonçalves para Caicó - (Foto: Rivanildo Júnior)
A tubulação da adutora de engate rápido que levará água para quatro cidades da região Seridó — Caicó, Timbaúba dos Batistas, São Fernando e Jardim de Piranhas — começou a ser instalada nesta quinta-feira (24) a partir do município de Jucurutu, município onde será interligada à estação de bombeamento de uma outra adutora já implantada — a de Serra de Santana.

A adutora terá 63,3 quilômetros de extensão, a partir da Estação de Bombeamento do Sistema Adutor Serra de Santana, em Jucurutu, que funciona com água retirada da barragem Armando Ribeiro Gonçalves. Custará R$ 42,2 milhões e a responsabilidade da implantação é do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS).

O traçado original da adutora foi refeito e as empresas contratadas pelo Dnocs (Saint Gobain e Certa – Construções Civis e Industriais Ltda) devem concluir até fevereiro do próximo ano.

As empresas haviam anunciado o início das obras para esta sexta-feira, mas parte das trincheiras e acomodação das tubulações começou hoje. O traçado original das obras vinha sendo um dos entraves técnicos, de acordo com o Ministério da Integração Nacional, que em nota oficial explicou a situação.
Obras da adutora para Caicó são iniciadas – (Foto: Rivanildo Júnior)
“O projeto elaborado pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) passaria por dentro da área urbana de Jucurutu, exigindo intervenções em solo rochoso, inviável sob o ponto de vista técnico”.

Além disso, segundo a nota do Ministério, o projeto não quantificou suficientemente o volume de material para serviços de escavação. Um traçado mais adequado à tubulação da adutora de engate rápido foi definido a partir de estudos da equipe técnica do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca.

Em entrevista à TRIBUNA DO NORTE nessa terça-feira, o diretor do Dnocs no Rio Grande do Norte, José Eduardo Alves, rejeitou as informações de que a transferência da obra do âmbito do governo estadual para o federal tinha provocado atrasos no projeto e/ou início das obras; e disse que o cronograma continua o mesmo anteriormente previsto pela própria Caern.

Fonte: Tribuna do Norte

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